Rede de controle de área. Faz a interligação com todas as unidades de comando do veÃculo, levando e trazendo informações entre elas. É a parte fÃsica do sistema.
CAN (Controller area network)
Generalidades
A CAN (Controller Area Network) é um sistema padronizado para comunicações múltiplas. A Volvo desenvolveu um novo padrão de comunicações múltiplas - VOLCANO. O VOLCANO é um desenvolvimento da CAN e funciona em tempo real e por prioridades. A descrição do funcionamento por prioridades é desenvolvido a partir do VOLCANO mas é designado por CAN.
O padrão para CAN (Control area network) especifica:
Utilização de dois cabos (CAN H e CAN L)
NÃveis de tensão a utilizar
Aspecto das mensagens
Tratamento dos erros de transferência.
Cabos, CAN H e CAN L
Os cabos CAN H e CAN L não devem ser confundidos com HS CAN e LS CAN, que são velocidades da Controller area network. CAN H e CAN L constituem um meio de distribuição de sinais na rede de comunicações múltiplas.
A comunicação é efectuada através de dois cabos. Estes dois cabos formam um par. CAN H é sempre branco e CAN L é sempre verde.
Os cabos são feitos de cobre e são facilmente identificados pela cor verde e branco.
Os nÃveis de tensão para comunicações ocorre utilizando nÃveis de tensão diferencial.
O motivo pelo qual a comunicação é efectuada com cabos em pares e nÃveis de tensão diferencial é o facto da rede se tornar menos sensÃvel a interferências.
A mesma mensagem é transmitida em simultâneo por ambos os cabos, embora sejam utilizados diferentes nÃveis de tensão.
Binário 0 = 2,5V tanto em CAN H como em CAN L
Binário 1 = 4V em CAN H e em CAN L.
O nÃvel médio de tensão é de 2,5V.
Mensagem da CAN (Controller area network)
A mensagem é constituÃda pelos seguintes componentes:
Identificador ("flag"), que indica a identidade e prioridade da mensagem
Informações de dados (valor, informações etc.)
Soma de verificação, utilizada para verificar se a mensagem chegou correctamente
Sinal de paragem, indica o fim da mensagem.
Uma Controller area message completa é designada por quadro.
Atribuição de prioridades
Se vários módulos de controlo pretenderem enviar uma mensagem em simultâneo, podem ocorrer conflitos numa rede. Por exemplo, se o condutor pisar o pedal de travão ao mesmo tempo que o passageiro muda as definições de controlo de climatização e um passageiro do banco de trás abre o vidro eléctrico.
Para um funcionamento seguro, devem ser atribuÃdas prioridades à s mensagens. Complementarmente, os atrasos decorrentes de uma situação de fila de espera devem ser tratados com limites razoáveis. Tudo para que o cliente não se aperceba de lentidão no sistema.
Para solucionar problemas com conflitos e atrasos, existe uma ordem de prioridade de mensagens para assegurar um bom funcionamento.
A atribuição de prioridades a mensagens é determinada pelo número de zeros no inÃcio das mesmas, quanto mais zeros, maior a prioridade.
A atribuição de prioridades ocorre do seguinte modo:
Quando a rede está disponÃvel, todos os módulos de controlo com "algo a comunicar" enviam a primeira parte da mensagem
Todos os módulos de controlo detectam o que foi transmitido na rede
Se um módulo de controlo tiver transmitido 0, os que enviaram 1 param e aguardam até a rede estar disponÃvel
Os que transmitiram 0 transmitem a segunda parte da mensagem
Se um módulo de controlo tiver transmitido 0 como segunda parte, os que enviaram 1 param e aguardam até a rede estar disponÃvel, e assim por diante.
A mensagem de prioridade mais elevada (mais zeros no inÃcio) "ganha" e é enviada em primeiro lugar.
Uma mensagem termina com sete zeros. Deste modo, os módulos de controlo sabem que a rede está disponÃvel e que pode ser enviada uma nova mensagem por ordem de prioridades.
Dois tipos de mensagem
Existem dois tipos de mensagens no sistema:
Quadros periódicos. Etas mensagens são enviadas regularmente e indicam o estado actual de um parâmetro. São utilizadas para informações frequentemente actualizadas, por exemplo, sinais de velocidade
Quadros de acontecimentos, apenas enviados quando ocorrem determinadas condições. Este tipo de mensagens é utilizado para situações que ocorrem ocasionalmente, abrir/fechar uma janela, por exemplo.
A mensagem pode conter um bit de actualização, que indica a actualidade das informações.
O sistema assume que o receptor recebeu a mensagem, assim, não é enviado um pedido de confirmação da recepção (só são enviadas respostas a perguntas directas de outro módulo de controlo).
Mas o receptor sabe com que frequência deve receber uma mensagem sobre o estado a aplicar. Se a mensagem estiver em falta, o receptor pode ligar um programa de emergência e/ou definir um código de avaria.
Compatibilidade
As unidades devem "falar" a mesma linguagem e devem sem compatÃveis entre si. Para tal, é utilizado um protocolo de comunicações padronizado.
A configuração de sinais (sfg) contém a linguagem entre as unidades. Se qualquer módulo possuir uma configuração de sinais que não corresponda a outras unidades, o módulo não pode comunicar. Isto significa que todas as unidades devem ter configuração de sinais compatÃvel. A configuração de sinais é modificada ocasionalmente para adicionar novas mensagens e remover mensagens antigas.
Configuração
Ao configurar um sistema, é possÃvel descarregar instruções relativas aos seguintes itens:
Quais os módulos de controlo incluÃdos no sistema (por exemplo, o módulo electrónico central, e outros.)
Que módulo de controlo deve fazer o quê (por exemplo, "este é o módulo de controlo da porta do passageiro - este é o módulo de controlo da porta do condutor")
Que funções devem ser incluÃdas (por exemplo, função de alarme ligada ou desligada)
Quais os componentes ligados aos módulos de controlo (por exemplo, se o alarme inclui sensor de inclinação)
Quais as mensagens que um módulo de controlo deve transmitir e quais as que deve receber
Onde armazenar os diferentes dados.
A configuração deve ser adaptada à instalação de acessórios e deve ser novamente descarregada após a alteração de qualquer módulo de controlo. A configuração é adaptada e descarregada através de VIDA.
Obs! Embora dois veÃculos possam parecer idênticos, podem comportar-se de modo diferente devido a diferentes configurações, é possÃvel que o cliente ou os técnicos da oficina tenham alterado um parâmetro.
CAN (Controller area network)
Generalidades
A CAN (Controller Area Network) é um sistema padronizado para comunicações múltiplas. A Volvo desenvolveu um novo padrão de comunicações múltiplas - VOLCANO. O VOLCANO é um desenvolvimento da CAN e funciona em tempo real e por prioridades. A descrição do funcionamento por prioridades é desenvolvido a partir do VOLCANO mas é designado por CAN.
O padrão para CAN (Control area network) especifica:
Utilização de dois cabos (CAN H e CAN L)
NÃveis de tensão a utilizar
Aspecto das mensagens
Tratamento dos erros de transferência.
Cabos, CAN H e CAN L
Os cabos CAN H e CAN L não devem ser confundidos com HS CAN e LS CAN, que são velocidades da Controller area network. CAN H e CAN L constituem um meio de distribuição de sinais na rede de comunicações múltiplas.
A comunicação é efectuada através de dois cabos. Estes dois cabos formam um par. CAN H é sempre branco e CAN L é sempre verde.
Os cabos são feitos de cobre e são facilmente identificados pela cor verde e branco.
Os nÃveis de tensão para comunicações ocorre utilizando nÃveis de tensão diferencial.
O motivo pelo qual a comunicação é efectuada com cabos em pares e nÃveis de tensão diferencial é o facto da rede se tornar menos sensÃvel a interferências.
A mesma mensagem é transmitida em simultâneo por ambos os cabos, embora sejam utilizados diferentes nÃveis de tensão.
Binário 0 = 2,5V tanto em CAN H como em CAN L
Binário 1 = 4V em CAN H e em CAN L.
O nÃvel médio de tensão é de 2,5V.
Mensagem da CAN (Controller area network)
A mensagem é constituÃda pelos seguintes componentes:
Identificador ("flag"), que indica a identidade e prioridade da mensagem
Informações de dados (valor, informações etc.)
Soma de verificação, utilizada para verificar se a mensagem chegou correctamente
Sinal de paragem, indica o fim da mensagem.
Uma Controller area message completa é designada por quadro.
Atribuição de prioridades
Se vários módulos de controlo pretenderem enviar uma mensagem em simultâneo, podem ocorrer conflitos numa rede. Por exemplo, se o condutor pisar o pedal de travão ao mesmo tempo que o passageiro muda as definições de controlo de climatização e um passageiro do banco de trás abre o vidro eléctrico.
Para um funcionamento seguro, devem ser atribuÃdas prioridades à s mensagens. Complementarmente, os atrasos decorrentes de uma situação de fila de espera devem ser tratados com limites razoáveis. Tudo para que o cliente não se aperceba de lentidão no sistema.
Para solucionar problemas com conflitos e atrasos, existe uma ordem de prioridade de mensagens para assegurar um bom funcionamento.
A atribuição de prioridades a mensagens é determinada pelo número de zeros no inÃcio das mesmas, quanto mais zeros, maior a prioridade.
A atribuição de prioridades ocorre do seguinte modo:
Quando a rede está disponÃvel, todos os módulos de controlo com "algo a comunicar" enviam a primeira parte da mensagem
Todos os módulos de controlo detectam o que foi transmitido na rede
Se um módulo de controlo tiver transmitido 0, os que enviaram 1 param e aguardam até a rede estar disponÃvel
Os que transmitiram 0 transmitem a segunda parte da mensagem
Se um módulo de controlo tiver transmitido 0 como segunda parte, os que enviaram 1 param e aguardam até a rede estar disponÃvel, e assim por diante.
A mensagem de prioridade mais elevada (mais zeros no inÃcio) "ganha" e é enviada em primeiro lugar.
Uma mensagem termina com sete zeros. Deste modo, os módulos de controlo sabem que a rede está disponÃvel e que pode ser enviada uma nova mensagem por ordem de prioridades.
Dois tipos de mensagem
Existem dois tipos de mensagens no sistema:
Quadros periódicos. Etas mensagens são enviadas regularmente e indicam o estado actual de um parâmetro. São utilizadas para informações frequentemente actualizadas, por exemplo, sinais de velocidade
Quadros de acontecimentos, apenas enviados quando ocorrem determinadas condições. Este tipo de mensagens é utilizado para situações que ocorrem ocasionalmente, abrir/fechar uma janela, por exemplo.
A mensagem pode conter um bit de actualização, que indica a actualidade das informações.
O sistema assume que o receptor recebeu a mensagem, assim, não é enviado um pedido de confirmação da recepção (só são enviadas respostas a perguntas directas de outro módulo de controlo).
Mas o receptor sabe com que frequência deve receber uma mensagem sobre o estado a aplicar. Se a mensagem estiver em falta, o receptor pode ligar um programa de emergência e/ou definir um código de avaria.
Compatibilidade
As unidades devem "falar" a mesma linguagem e devem sem compatÃveis entre si. Para tal, é utilizado um protocolo de comunicações padronizado.
A configuração de sinais (sfg) contém a linguagem entre as unidades. Se qualquer módulo possuir uma configuração de sinais que não corresponda a outras unidades, o módulo não pode comunicar. Isto significa que todas as unidades devem ter configuração de sinais compatÃvel. A configuração de sinais é modificada ocasionalmente para adicionar novas mensagens e remover mensagens antigas.
Configuração
Ao configurar um sistema, é possÃvel descarregar instruções relativas aos seguintes itens:
Quais os módulos de controlo incluÃdos no sistema (por exemplo, o módulo electrónico central, e outros.)
Que módulo de controlo deve fazer o quê (por exemplo, "este é o módulo de controlo da porta do passageiro - este é o módulo de controlo da porta do condutor")
Que funções devem ser incluÃdas (por exemplo, função de alarme ligada ou desligada)
Quais os componentes ligados aos módulos de controlo (por exemplo, se o alarme inclui sensor de inclinação)
Quais as mensagens que um módulo de controlo deve transmitir e quais as que deve receber
Onde armazenar os diferentes dados.
A configuração deve ser adaptada à instalação de acessórios e deve ser novamente descarregada após a alteração de qualquer módulo de controlo. A configuração é adaptada e descarregada através de VIDA.
Obs! Embora dois veÃculos possam parecer idênticos, podem comportar-se de modo diferente devido a diferentes configurações, é possÃvel que o cliente ou os técnicos da oficina tenham alterado um parâmetro.